Sistema Anhanguera-Bandeirantes contabilizam 134 mortes em 2012

Por Bianca Fernandes

A CCR Auto Ban, responsável pela administração do Sistema Anhanguera-Bandeirantes (duas das quatro principais rodovias utilizadas pelos moradores da Região Metropolitana de Campinas – RMC), registrou, somente no ano passado, 7. 445 acidentes no trecho que compreende 316,8 quilômetros de extensão. Como consequência, 134 pessoas perderam a vida e mais de quatro mil ficaram feridas. Débora Moreira, responsável pela comunicação da concessionária, revela que “o registro mais frequente feito pelo sistema é o de colisões traseiras envolvendo veículos de passeios”.

Durante as tempestades de chuva, como a região campineira tem registrado com frequência nas últimas semanas, o cuidado do motorista que trafega por essas rodovias precisa ser redobrado. Afinal, o risco de colisões aumenta em 20%, segundo dados da polícia rodoviária, que registrou somente no ano passado, 652 acidentes nas rodovias Bandeirantes, Anhanguera, Santos Dumont e na Campinas-Monte Mor. em dias com tempo “adverso”.

Nesta semana, por exemplo, o motorista que trafegava pela Santos Dumont – outra rodovia que dá acesso à Campinas e liga a cidade à Indaiatuba- , se deparou com dois acidentes envolvendo veículos de passeios e uma motocicleta. Duas pessoas morreram e uma ficou gravemente ferida.

O fluxo intenso de veículos, principalmente nos horários de pico – entre as 7h e 9h e 17h e 19h- é um dos fatores que ocasionam colisões desta natureza. Aos que trafegam constantemente pela Anhanguera, Dom Pedro I, Professor Zerefino Vaz, Bandeirantes entre outras, a rotina se resume a congestionamentos ocasionados, majoritariamente, por acidentes ao longo das rodovias.

rodovia zeferino vaz
Manhã típica na Rodovia Prof. Zeferino Vaz: acidente ocasiona lentidão no tráfego

Rafaela Bull, 24 anos, decoradora de eventos, trafega três vezes por semana, de carro, pela Anhanguera-Dom Pedro I, com destino à Campinas, onde trabalha. Porém, não mais de uma vez ela já presenciou acidentes no percurso. “Além dos atrasos, situações como estas causam o desconforto de se ficar horas parada na estrada à espera da liberação do fluxo”, salienta.

Edição: Eliane Honorato

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