Mentir compulsivamente é um distúrbio identificado durante a adolescência

Por Amanda Oliveira

Alguns sinais do distúrbio podem ser identificados ainda na infância, porém é na adolescência que ele se apresenta de forma clara para ser diagnosticado, diz a psicóloga Rosângela Loiola.

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Cruzar os dedos enquanto fala é sinal de que a pessoa está mentindo (Foto: Amanda Oliveira)

São diversos os ditados populares: “mentira tem pernas curtas”, “na boca de um mentiroso, até a mais pura verdade parece mentira”, “mentir faz crescer o nariz”. Esta última muito famosa pela animação da Disney, Pinóquio. Mas, quem nunca contou uma mentirinha?

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A mitomania
A mitomania ou mentira compulsiva é o distúrbio patológico por mentir. Pode ocorrer quando o indivíduo mostra ter baixa autoestima e imaturidade para lidar com as frustrações. Segundo Rosângela, essa patologia pode se desenvolver ainda na infância, mas é na pré-adolescência que pode ser identificado e diagnosticado.

Porque mentimos?
São vários os motivos que levam o indivíduo a mentir, seja por insegurança ou imaturidade, como explica a psicóloga:

E quando a mentira vem das crianças? O o senso comum diz que as crianças são sempre as mais sinceras, mas isso porque quando a mentira vem dos pequenos, ela é contada na inocência e não apresenta nenhuma malícia, diferente dos pré-adolescentes e adolescentes.

Quem mente mais?
De acordo com um levantamento divulgado pelo jornal Daily Mail, os homens mentem mais do que as mulheres. Outra pesquisa, publicada na revista Acta Psychologica revela que os adolescentes são os que mentem mais:

Quem mente mais-

 

Consequências
Assim como podemos ver no filme Pinóquio, a mentira traz diversas consequências para a vida do “mentiroso”. Como forma de exemplificar, a Disney mostra o quanto o personagem sofre por não conseguir falar a verdade. Na vida social não é diferente:

Dia da Mentira
O Dia da Mentira é comemorado em 1º de abril. Esta data tem origem francesa e teve início devido a uma mudança de calendário.

Até 1562, seguia-se o calendário Juliano, em que a chegada da primavera marcava o ano novo. Depois deste ano, instituiu-se o calendário Gregoriano, com o qual o ano novo passou a ser comemorado em 1º de janeiro.

Não tão inteirados com as mudanças dos dias, algumas pessoas ainda comemoravam o ano novo em 1º de abril, como era feito durante o calendário Juliano.  Dessa forma, surgiu a expressão “bobos de abril”, principalmente pelo fato de algumas pessoas, querendo pregar peças, enviarem convites para festas inexistentes e presentes falsos. Com o tempo, a brincadeira acabou se tornando tradição em todo o mundo.

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