O contador de histórias, Djota

Por Daniela Castro

Nasci na cidade de São Carlos, primeiro filho de três. Meus pais são de famílias numerosas e, apesar de ter sido filho único por dez anos, cresci cercado de parentes.

Tive uma infância simples, cresci brincando com as crianças na rua, e na escola além de tirar boas notas, me destacava pelas redações. Meu primeiro trabalho foi aos 12 anos, distribuindo panfletos pela cidade informando sobre a existência da Dinâmica Despachante, empreendimento de meu pai.

Aos 14 anos, um dos meus primos foi viajar pros Estados Unidos pelo Rotary e me levou pra uma reunião. O prefeito estava lá, fiz três perguntas que ele se enroscou para responder, os rotarianos vibraram e me tornei candidato ao intercambiário.  Dois anos depois fui morar em Philomath, no estado do Oregon. Além do conhecimento cultural e do aprendizado da língua, exerci bastante a diplomacia e a negociação.

Voltando dos Estados Unidos, com 17 anos, minha ideia era ser jornalista, publicitário ou diplomata, já que tinha me dado bem com outras culturas. Prestei vestibular na PUC-Campinas para jornalismo e passei. Em meu terceiro ano de faculdade, comecei a namorar uma veterana do quarto ano, e neste ano completamos 23 anos juntos, 12 com uma linda filha chamada Clara.

No último ano de faculdade, fizemos um vídeo chamado As 7 Obras como TCC e, com ele, ganhamos o prêmio Bosch. Formado, fui trabalhar na sucursal Campinas da Folha de S. Paulo e daí uma coisa levou a outra.

Em paralelo com o trabalho em redação, no início dos anos 2000, investi em um projeto dedjota-carvalho assessoria de imprensa em sociedade com minha irmã, Danielle, que estava na época terminando a faculdade. Hoje somos considerados referência na área para saúde, esportes e política.

No ano passado, um de meus clientes assumiu a presidência da Câmara Municipal de Campinas e me convidou para ser diretor de comunicação da Casa, comandando a assessoria e uma TV aberta. Nem preciso dizer que aceitei e agora estou neste novo desafio.

Dizem que todo bom repórter tem que ter ao menos um furo, um processo e uma ameaça de morte. Tenho vários do primeiro, e um de cada do segundo. Me considero um contador de histórias, cresci ouvindo histórias e contando histórias, me tornei desde cedo isso que sou profissionalmente.

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