PUC-Campinas realiza campanha de vacinação contra caxumba

Por Louise Fávaro

Estudante é vacinada no intervalo das aulas. Foto: Louise Fávaro
Estudante é vacinada no intervalo das aulas. Foto: Louise Fávaro

Aconteceu ontem, 7, o primeiro dia de vacinação contra caxumba promovido pelo Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), da PUC-Campinas, por intermédio do Departamento de Medicina do Trabalho. A ação foi implantada após a confirmação de dois casos de infecção pelo vírus no CLC, no período noturno.

foto 2 (1)
Fila para tomar vacina lota sala de aula. Foto: Louise Fávaro

A vacina também pode ser tomada hoje, 8, nas salas H1 804 ou H7 849A, a partir das 19h. Ao todo, é esperado que cerca de 1.500 pessoas recebam a vacina, entre funcionários e alunos. Segundo uma das enfermeiras responsáveis pela ação, Diná Ferreira, a vacinação é fundamental para a prevenção do vírus e não há outra maneira de evitá-lo, já que ele é transmitido por vias aéreas, além disso, a dose serve para reforçar aquela que recebemos quando criança.

Priscila Geremias, aluna do quarto ano de jornalismo, não pensou duas vezes quando recebeu o comunicado sobre a vacinação na universidade. “Uma editora que trabalha comigo está grávida, fiquei preocupada em pegar caxumba e ir para o ambiente de trabalho e prejudicar ela e o bebê. Além disso, estou fazendo tcc (trabalho de conclusão de curso), não posso nem imaginar ficar doente”, explicou a estudante.

foto 1
Enfermeira confere carteira de vacinação de estudante. Foto: Louise Fávaro

A Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, próxima a PUC-Campinas, já contabilizou 16 casos de caxumba, sendo 10 deles na Faculdade de Engenharia Química. Para controlar o surto, a universidade também promoveu uma campanha de vacinação que termina hoje.

foto 3
Seringas preparadas para vacinação. Foto: Louise Fávaro

A caxumba é uma doença infecciosa que causa inflamação nas glândulas produtoras de saliva, submaxilares e sublinguares. Sua transmissão ocorre a partir do contato com as secreções de vias aéreas da pessoa infectada. O período de incubação do vírus costuma ser de 14 a 25 dias, seus sintomas mais comuns são inchaço e dor abaixo da mandíbula, dor ao engolir, febre e mal estar. Em alguns casos, podem ocorrer náuseas, rigidez na nuca e até complicações nos ovários e nos testículos. A maioria das pessoas que já foi infectada pela doença não corre o risco de se infectar novamente.

Editado por Maria Clara Lourençon

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s