Campinas promove Campanha de Prevenção ao Câncer Bucal nos 64 centros de saúde da cidade até 22 de maio

Ação é conjunta á campanha de vacinação contra a gripe (Foto:Divulgação)

Por Joycy Cintra

A Campanha de Prevenção e Detecção de Câncer Bucal acontece em Campinas, até 22 de maio. Durante o projeto, equipes de saúde bucal promovem atividades educativas sobre o tema e exames clínicos com grupos de idosos. Apesar de a campanha ser voltada para maiores de 60 anos, qualquer pessoa pode passar pelas avaliações promovidas pelos profissionais nos 64 centros de saúde.

A campanha é realizada juntamente com a Campanha de Vacinação Contra a Gripe, também destinada aos idosos. Um dos exames realizados é a análise dos tecidos moles da boca (língua, lábio e bochecha). Os casos em que for diagnosticada alguma alteração serão encaminhados ao centro de saúde para tratamento.

Para o coordenador de Saúde Bucal da Secretaria de Saúde, Isamu Murakami, é importante a participação do idoso em qualquer campanha que visa à prevenção e a descoberta precoce de qualquer problema de saúde. Murakami afirma que a intenção é divulgar ainda mais informações sobre a importância do autoexame de boca “Um dos objetivos é conscientizar as pessoas e incentivá-las a criar o hábito de fazer regularmente o autoexame, além de orientar sobre cuidados que devem ser tomados para manter a saúde bucal”, diz.

Em 2014, 24 pessoas em Campinas morreram em decorrência de câncer bucal. No mesmo ano 29.635 idosos passaram pelos exames preventivos, sendo que 1.058 apresentaram algum tipo de alteração e foram encaminhados para tratamento, segundo a Secretaria de Saúde de Campinas.

Durante a campanha as equipes informam às pessoas que o exame é indolor, além de rápido e quando diagnosticado no início e tratado de forma correta mais de 80% dos casos desse tipo de câncer tem cura. Os profissionais também  conscientizam os pacientes que fazem uso continuo de tabaco e álcool, portadores de próteses totais e removíveis e pessoas com algum fator traumático, como dente cariado, pontiagudos e restaurações fraturadas, porque correm maior risco de desenvolver a doença.

Editado por Isabella Pastore

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