32ª Festa das Nações de Piracicaba espera receber 100 mil visitantes

Por Bruna Gomes

Movimento Festa das Nações Piracicaba (foto: Bruna Gomes)

A 32ª Festa das Nações de Piracicaba teve início na última quarta-feira, dia 13 de maio, com a participação de 19 instituições que representam países e territórios brasileiros e suas comidas típicas. Evento tradicional na cidade, a festa vai até domingo, dia 17, no Engenho Central e espera receber 100 mil pessoas durante os quatro dias de comemorações. Para Márcio Mendes, 44 anos, voluntário da barraca espanhola que é coordenada pela Metodista, participar da Festa das Nações de Piracicaba é uma satisfação, pois ele consegue acompanhar e ver os desdobramentos e benefícios que a arrecadação de dinheiro traz à entidade. “Fazemos um acompanhamento mensal com as pessoas necessitadas que ajudamos. Com a festa, é possível dar uma assistência melhor a eles”, afirma Márcio.

Com diversas opções gastronômicas, as barracas apostam em pratos de preparo simples, a fim de conseguir atender com rapidez e qualidade, contando com preços acessíveis nos pratos oferecidos. Na barraca espanhola, a tradicional paella é o grande destaque, oferecendo, ainda, diversas opções de churros doces e salgados. Já na barraca portuguesa, que atende ao Seame, Serviço de Apoio ao Adolescente com Medida Socioeducatica, uma das mais movimentadas da festa, o bolinho de bacalhau é o mais requisitado pelos clientes. Também, entre os doces tradicionais portugueses, o pastelzinho de belém é o que mais se destaca.

Na barraca da Alemanha, que atende Lions Clube de Piracicaba, ocupa duas grandes áreas da festa e é o ponto de encontro dos jovens. Nela, é possível encontrar cerveja e salsicha alemã, comida  tradicional do país.

Segundo a estudante Jessica Passari, a Festa das Nações sempre esteve presente em sua vida. “Essa época do ano é reservada para a visita ao evento. Lá consigo passear com a minha família e também encontrar muitos amigos”, afirma Jessica. Para ela, o ambiente é seguro e familiar, mas ressalta que, nos últimos dois anos, sentiu falta de maior controle de venda de bebidas para menores de idade. “Cheguei a ver meninas e meninos muito novos consumindo bebidas alcoólicas e achei errado. Talvez fosse o grande número de pessoas que dificultou o trabalho da organização do evento de aumentar o controle de entrada e a distribuição de pulseiras, que permitia que os maiores de 18 anos comprassem essas bebidas”, finaliza.

Palco e barracas gastronômicas já preparadas para a 32º Festa. (Foto: Bruna Gomes)

 

Editado por Ananda Porto

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