Pesquisa revela que o “fofoqueiro” é pior tipo de funcionário

Por Caroline Roque

Segundo estudo realizado pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), o funcionário fofoqueiro é aquele que mais prejudica o ambiente de trabalho. Quando perguntaram “qual perfil é mais difícil de lidar em uma equipe”, as 7 mil pessoas envolvidas na pesquisa, responderam que esse tipo de funcionário ganha mais antipatia do que o enrolador ou o ranzinza.

“De um modo geral, a fofoca é intolerável. Somente se for algo sem nenhum comprometimento, ou seja, uma ‘brincadeira’ sem nenhum prejuízo danoso à pessoa alvo da fofoca”, explica a psicóloga e analista de Recursos Humanos, Isabel Moraes.

Tal prática além de criar um ambiente “pesado” e desagradável, prejudica não só a imagem da vítima dos comentários, quanto principalmente, a da pessoa que está fazendo a fofoca. Em casos extremos pode ser um motivo para demissão. “Principalmente se o alvo da fofoca for um superior”, afirma Isabel.

A maneira correta de agir em caso de um ambiente dominado pela fofoca seria ignorá-las, dependendo do nível com que prejudicam o andamento da rotina de trabalho. Ao lidar com colegas fofoqueiros, é importante mostrar que este tipo de assunto não lhe interessa. De acordo com a analista de RH, “o ideal seria não dar atenção e nem contribuir com respostas em concordância”, aconselha Isabel.

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Questionário respondido por 7 mil pessoas, revelou quais colegas e funcionário de trabalho são mais difíceis de aturar (Crédito: Caroline Roque)

 

Os resultados da pesquisa mostraram que os “fofoqueiros” são os mais mal vistos por 27,43% dos entrevistados. Na sequência, aparecem os “enroladores”, com 27,30%.

Em terceiro lugar apareceu o “ranzinza”, aquele que reclama de tudo e desconta o mau humor nos colegas, com 22,75% dos votos. Já o funcionário “pavão” conquistou a quarta posição com 13,03%. Sempre presente, é aquele que adora ser o foco das atenções e comentar seus bons resultados.

Em todo e qualquer local de trabalho, podemos encontrar funcionários e colegas com esses perfis. “Por isso temos que trabalhar e aprender a lidar com essas pessoas”, conclui Isabel.

Editado por Bruna de Oliveira

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