Longboard, o esporte que virou moda

Por Thiago Marquezin

 

Hoje é possível ver nas ruas de qualquer cidade do país pessoas praticando o skate longboard, deixando claro o aumento da prática desse esporte por pessoas que buscam “novas aventuras”, ou apenas aderindo à moda de praticar esse esporte.

O longboard é um tipo específico de equipamento caracterizado principalmente por ser duas vezes maior que um skate convencional, sendo muito utilizado para descer ladeiras e devido ao seu tamanho, o skate proporciona a experiência mais próxima possível do surf.

Victor durante a prática do longboard (Crédito: Thiago Marquezin)
Victor durante a prática do longboard (Crédito: Thiago Marquezin)

A prática dessa nova “febre” das ruas pode ser feita em três modalidades: a “Longboard Downhill Slide” (Descida de Ladeira) é a mais praticada, na qual o skatista desce ladeiras realizando diversos tipos de manobras; a “Longboard Street” (Rua), caracterizada pelo praticante realizar as mesmas manobras e utilizar os mesmos obstáculos de um skate convencional nas pistas de skate; e a “Longboard Speed” (Velocidade), que tem como objetivo atingir altas velocidades, podendo chegar até 100 km/h.

No ano de 2010, a Confederação Brasileira de Skate (CBSK) encomendou uma pesquisa ao Instituto Datafolha para retratar a realidade do skate no país. Nessa pesquisa foi divulgado que há no Brasil mais de 3 milhões e 800 mil de skatistas. É considerado o segundo esporte mais praticado no país, ficando atrás apenas do futebol.

O longboard, em sua maioria, tem de 90 a 100 cm de comprimento por 20 a 25 cm de largura. O preço para se montar um completo, com shape, rodinhas, truck, rolamentos, gira em torno de 400 a 800 reais, dependendo da marca dos componentes. A prática do big skate não é barata já que o mesmo necessita de manutenção periódica e troca das peças que se desgastam com o uso.

Equilíbrio, sensação de liberdade, diversão, medo, paz, coragem e adrenalina. Todos esses itens podem ser encontrados na prática do esporte, segundo o jovem Victor Cavalcante, que pratica há oito meses.

“Sempre me disseram que o” long” trazia uma sensação de liberdade, de paz, mas nunca tive curiosidade de andar, até que um amigo meu me chamou, eu fui e gostei. Hoje não passo uma semana que eu não ande de skate“ comenta.

Victor encontra seus amigos no horário marcado para dar o “rolê”com o big skate, cada um, munido de equipamentos de segurança, como capacetes, joelheiras e luvas, tecnológicos, que são utilizados para registrar o passeio, e de seus” longs”.Durante todo o dia, as ladeiras são descidas e subidas pelos skatistas que dizem gostar do clima que a prática traz .

 

Editado por Marcela Casagrande

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