Popularização do celular gera “febre” das “capinhas” personalizadas

Por Priscila Carvalho

Com a nova era da tecnologia, hoje mais de 80% da população das 11 principais regiões metropolitanas do país possuem celulares. Os dados são da Target Group Index e foram usados como fonte para o Estudo Especial Mobile, do Ibope Nielsen Online. Com esse crescente aumento de celulares, um mercado que seguiu esse avanço foi o da venda de cases ou capinhas protetoras para os aparelhos.

Porém, há uma grande diferença de preços entre os produtos vendidos em lojas ou shoppings e das cases vendidas na internet sejam nacionais ou importadas. Essa diferença de preços por vezes pode chegar a mais de R$30 reais de um lugar para outro.

A nova aquisição foi uma case que remete a uma máquina fotográfica
A nova aquisição foi uma case que remete a uma máquina fotográfica

A estagiária Victória Ghiraldi comenta que sempre costuma comprar as cases para o celular apenas em sites por causa dos preços baixos. “Como é bem barato, todo mês eu compro uma capinha nova e vale a pena esperar para chegar porque o preço realmente compensa”, disse.

Os preços baixos dos sites se devem pelo fato deles lucrarem pela grande quantidade vendida do que por um preço maior em cima dos valores dos produtos, além de não terem gastos com funcionários ou outras despesas comuns a um estabelecimento. E em relação ao montante de produtos vendidos, os sites de outros países ainda conseguem ter preços menores do que as páginas brasileiras.

Sobre a preferência entre sites estrangeiros ou nacionais, Ghiraldi leva em consideração o tempo da entrega. “Quando comprei num site americano eu fiquei esperando por dois meses a entrega, já no site nacional a espera é de cerca de uns 25 dias ou até menos”.

Com isso, as vendas virtuais atualmente são concorrentes num mesmo nível com as lojas físicas e quando o cliente não tem pressa pelo produto, por vezes acaba optando pelo preço baixo e a espera do que pagar mais caro e ter o produto de forma rápida.

Editado por Diogo Betin e Guilherme Borini.

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