Estudo revela carreiras promissoras no Brasil até 2020

Por Natália Beraldi

A pesquisa Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2020, realizada no início do ano pela Fundação Getúlio Vargas e divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) revelou que a área da Engenharia deve liderar as contratações no país nos próximos anos.

O estudo tem o objetivo de identificar perspectivas do mercado de trabalho, no que relaciona contratação e requisitos de formação educacional para carreiras em empresas industriais brasileiras até o ano de 2020. Participaram profissionais da área de recursos humanos de 402 empresas brasileiras que empregam 2,2 milhões de pessoas, presentes em 26 grupos da CNAE-2.0 (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) do IBGE.

A pesquisa foi feita com dois focos: O primeiro averiguou tendências de contratação e requisitos de formação de profissionais pertencentes às duas principais áreas das empresas – área de gestão (profissionais envolvidos na gestão) e área de produção (profissionais envolvidos na produção). O segundo tratou de 246 profissões específicas, com base no Código de Ocupação Profissional do Ministério do Trabalho e Emprego e profissões sugeridas por especialistas setoriais agrupadas em formação em nível superior, médio/técnico e básico. Foram obtidas proporções de aumento, estabilidade ou queda por área profissional ou profissão específica.

A tendência geral é positiva. Na área de gestão, 51,1% dos respondentes apontaram perspectivas de contratação, maior dinamismo na área de produção: 66,8% apontou tendência de aumento dos postos de trabalho. Em 7 dos 13 segmentos pesquisados, as projeções de aumento superaram as de estabilidade e as perspectivas de redução são mínimas.

Além disso, as carreiras relacionadas às indústrias de extração e transformação, construção civil, tecnologia da informação, energia e à sustentabilidade também terão um aumento significativo. Outra grande parcela estará ligada em áreas de como entretenimento e saúde.

O relatório da Firjan apontou que 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo de pós-graduação para profissionais de nível superior. Para mais da metade das empresas, o diploma universitário é indispensável para profissionais de nível médio/técnico. Então, tudo isso indica o crescimento e a criação de novos cursos e graduações adequadas para atender as empresas e o mercado.

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Editado por Michelle Lopes

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