Primeiro dia do Sónar SP foi marcado por diversidade de culturas e bons shows

José Guilherme Silveira

José Guilherme Silveira

O primeiro dia do Sónar SP foi marcado pelo grande show dos alemães do Kraftwerk. Em apresentação histórica, em 3D, o grupo dos anos 70 mostrou que ainda tem muito fôlego para impressionar o público. Com as músicas mais famosas da carreira no repertório, o grupo encantou o público com Robots, Man-machine, Radioactivity, Tour de France e Numbers. As imagens em 3D passavam em um telão localizado bem atrás dos integrantes, que ficavam na parte da frente do palco, com os pedestais que mudavam de cor de acordo com as projeções. Em alguns momentos, a impressão que o público teve era que as imagens iam invadir o palco.

José Guilherme Silveira
Grupo Kraftwerk durante apresentação, no primeiro dia do Sonar SP

No mesmo palco principal onde se apresentaram os alemães, também passaram outras atrações como James Blake, DJ inglês de DubStep que fez um set morno, e Gui Boratto que fechou a noite. Uma atração interessante foi  dupla canadense Chromeo que empolgou o público com um som bastante funkeado e com hits como Don’t turn the lights on.

Para todos os gostos

No Sónar Hall, as bandas se apresentavam em um anfiteatro. Por lá se apresentaram o brasileiro Criolo, os suecos do Little Dragon e a banda canadense Austra.

No Sónar Village as atrações tinham mais influência da black music, como o funk e o  hip-hop. O local tinha um  piso diferente  de grama sintética. Por lá o show ficou por conta dos americanos Cut Chemist e o rapper Doom. Zegon & Sonidos Unidos Sound System fizeram uma verdadeira festa, com direito a 3 DJs e dois MCs. O brasileiro Emicida agitou o público com as famosas “Eu gosto dela” e “Triunfo”. Mas quem botou o público pra dançar de verdade foram os DJs Marky e Patife. Relembrando grandes hits do Drum & Bass, os dois fizeram o momento saudosista da noite com o ritmo que estourou no Brasil no início dos anos 2000.

No geral o festival estava bem organizado e preparado para receber o público. Todos os palcos eram cobertos. Os bares estavam espalhados pelo local para atender as pessoas . O número de banheiros e a praça de alimentação eram proporcionais ao porte do evento.

Balanço

Algumas pessoas reclamaram dos preços e das filas, outras reclamaram de ter os pertences furtados, principalmente celulares, mas  nenhuma situação anormal, quando se trata de um evento pensado e preparado para 15 mil pessoas.  Um número pouco menor de expectadores, do total  que era aguardado pelos organizadores, compareceram ao primeiro dia do evento.

Você foi ao Sónar SP ou conhece alguém que esteve lá ? Então compartilhe sua experiência aqui no Digitais!

Editado por Monique Ribeiro

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