Índices de criminalidade diminuem na região de Campinas

Dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo revelam queda na criminalidade  na região de Campinas. O índice que apresenta queda mais significativa é o roubo de cargas que entre janeiro de 2012 e janeiro de 2011 apresentou uma queda de 38,1%. A região de Campinas tem 1 a cada 4 crimes de homicídios solucionados e somente no ano passado foram registrados 318 casos de homicídios, ao todo 75% dos crimes não são solucionados. Os dados ainda revelam que a maioria dos crimes são feitos no período da noite e não da madrugada e as vias públicas são os principais alvos dos criminosos. Ainda sobre os homicídios, 97% dos praticantes são homens e os alvos dos criminosos também, cerca de 89%. Você pode ver a taxa dos crimes que caíram na região de Campinas clicando neste link: Índices de crimes na região de Campinas 

Em relação a crimes em agências bancárias, A FEBRABAN afirma que em um período de 10 anos houve um redução nos crimes de 89%. Na região de cobertura do Sindicato dos Bancários, que inclui 36 cidades,  foram registrados desde janeiro de 2011 até o primeiro trimestre deste ano cerca de 30 ataques, sendo Campinas a cidade que lidera o ranking das cidades atacadas. De acordo com a SSP, o estado de São Paulo teve um aumento na produtividade policial, índice que engloba três fatores sendo eles o flagrante de tráfico, as prisões efetuadas e armas de fogo apreendidas. Em relação ao ano de 2012, a produtividade teve um aumento de 16,18%.

Dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo

Com o objetivo de inibir e também contabilizar os índices de crime, o site da SSP conta com uma atualização mensal dos crimes que são cometidos por região. Separados por Departamentos (DEINTER) os crimes podem ser pesquisados por mês ou trimestre, além de ter os dados separados por cada município. Campinas, que pertence ao DEINTER 2 – CPI 2, teve um aumento de 77,5% em crimes de estupro, sendo que em janeiro de 2011 foram registrados apenas 4 casos e em janeiro deste ano o número saltou para 31 casos.

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